segunda-feira, 25 de junho de 2012

PROJETO : POESIA EM TODA PARTE

 

Sala de Leitura Monteiro Lobato
Profª Nádia Rabelo

                          
Projeto: POESIA EM TODA PARTE



                     
 
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa." Cecília Meireles

JUSTIFICATIVA
É de grande importância proporcionar aos nossos alunos a convivência com a poesia, permitindo o contato com diferentes autores e estilos, reavivando a capacidade de olhar e ver o que é a essência do poético através de atividades que permitam uma compreensão maior da linguagem poética e lhe dê condições para que ensaie seus próprios passos em poesia.
OBJETIVOS
  • Ler e conhecer poesias de autores diversos
  • Estimular a prática da leitura-prazer
  • Desenvolver a sensibilidade, a criatividade e senso crítico
  • Realizar leitura de poemas observando a pontuação, a entonação e o ritmo adequados, bem como a temática e o significado de palavras desconhecidas no texto.
  • Interpretar o texto poético, desenvolvendo um pensamento reflexivo
  • Perceber as mensagens nas entrelinhas durante a leitura dos diferentes poemas
  • Resgatar sentimentos e valores

"O trabalho poético para Bakntin está inteiramente relacionado ao contexto social. O poeta, afinal,seleciona palavras do contexto da vida onde foram embebidas e se impregnaram de julgamentos de valor.
                         Bakntin, apoud Freitas, 1992, p;127
 

Público alvo: alunos do 1º ao 5º ano
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***
Brincando de Não Me Olhe

 
Não me olhe de lado
que eu não sou melado.

Não me olhe de banda
que eu não sou quitanda.

Não me olhe de frente
que eu não sou parente.

Não me olhe de trás
que eu não sou satanás.

Não me olhe no meio
que eu não sou recheio.

Não me olhe na janela
que eu não sou panela.

Não me olhe da porta
que eu não sou torta.

Não me olhe do portão
que eu não sou leitão.

Não me olhe no olho
que eu não sou caolho.

Não me olhe na mão
que eu não sou mamão.

Não me olhe no joelho
que eu não sou espelho.

Não me olhe no pé
que eu não sou chulé.

Não me olhe de baixo
que eu não sou riacho.

Não me olhe de cima
que acabou a rima.

                                                                  ELIAS JOSÉ
 
***

                                                                       
Era uma vez
 

Era uma vez
um gato cotó:
fez cocô procê só.

E o gato zarolho
veio depois:
fez cocô procês dois.

Tinha também
um gato zadrez:
fez cocô procês três.

O gato seguinte
usava sapato:
fez cocô procês quatro.

Quem não conhece
o gato Jacinto:
fez cocô procês cinco.

Do gato azarado
chegou a vez:
fez cocô procês seis.

Ah, que beleza!
É o gato coquete:
fez cocô procês sete.

Bom dia! Banoite!
E o gato maroto:
fez cocô procês oito.

E o gato zebrado
também resolve:
fez cocô procês nove.

Viche! Vem chegando
O gato Raimundo:
Traz cocô pra todo mundo.
 
 
 
 
Sérgio Caparelli

                                                                       ***

terça-feira, 19 de junho de 2012

CORREIO DA AMIZADE 2012

 


O Correio da Amizade está de volta!

Sala de Leitura Monteiro Lobato
 
 
Projeto: CORREIO DA AMIZADE


                                                                      Profª Nádia Rabelo
Objetivos Gerais:
 
* Valorizar a expressão livre e satisfazer o desejo natural de se comunicar.
* Reconhecer a importância e as exigências da escrita.
 








Objetivos Específicos:
Compreender que para se fazer entender é necessário letra legível e estruturação adequada das frases.

Respeitar as convenções da escrita.
 
Escrever algo que possa agradar e interessar ao seu correspondente.
Preencher corretamente o envelope : remetente , destinatário CEP e selo ( mencionar o número da sala e o turno)



Metodologia
Desenvolver atividades onde os alunos produzam cartas que deverão ser endereçadas à comunidade escolar, utilizando o Correio da Amizade





Endereços :
Prédio Principal:
Térreo:Alameda Carlos Drummond de Andrade
1 andar- Alameda Mário Quintana
2 andar- Alameda Roseana Murray
3 andar - Alameda Vinícius de Moraes
Anexo
Alameda Cecília Meireles
CEP - 21030-040
Períodojunho a dezembro de 2012.



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cineclube DegenerArte na E. M. Napion


 O cineclube DegenerArte apresenta: Sessão de curtas na E.M. Napion. 

Os alunos do 6º e 7º ano tiveram uma manhã diferente nesta segunda feira 11/06. Os curtas metragens abriram espaço para um animado debate sobre a importância de estudar os desenho e as imagens nas  aulas de Artes. 








sexta-feira, 8 de junho de 2012

RIO + 20



13 A 22DE JUNHO 

"Rio+20, Conferência da ONU que reunirá, entre 20 e 22 de  junho/2012,no Riocentro,   líderes do mundo todo para discutir meios de transformar o planeta em um lugar melhor para se viver. 
A Conferência será precedida pela terceira sessão da reunião da Comisão Preparatória, a ser realizada de 13 a 15 de junho de 2012, também no Rio Centro
.A ideia é que todos os setores da sociedade discutam, ao mesmo tempo, maneiras de transformar o planeta em um lugar melhor para vivermos. 

E até mesmo quem estiver de fora dessas duas reuniões pode ajudar, pensando em maneiras de diminuir seu impacto na Terra. 

Que tal tomar banhos mais curtos? 

Ou desligar a TV, enquanto usa o computador e vice-versa? 

Pense em atitudes que você pode adotar para melhorar o planeta em que vivemos e compartilhe com seus amigos, pais... "
                                Terra, Nosso Lar
"A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. 
A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. 
As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. 
A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. 
O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. 
A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado..."
                         Fonte: A Carta da Terra


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Aula Passeio II - Planetário : Observando o Universo






















Aula passeio - Visita ao Planetário

Alunos das turmas 1501, 1502 e 1503.






















CENTENÁRIO JORGE AMADO

  
  O LIVRO : A BOLA E O GOLEIRO  É EXCELENTE.  APRESENTA UM TEXTO DE FÁCIL COMPREENSÃO E PODE SER INDICADO PARA OS ALUNOS DO 5º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.
     É UMA ÓTIMA DICA PARA TRABALHAR COM A PRODUÇÃO TEXTUAL E TAMBÉM EXPLORAR O IMAGINÁRIO INFANTO-JUVENIL.
     LEIAM! DEPOIS FAÇAM OS  COMENTÁRIOS.
                                                                                     ABRAÇOS, PROFESSORA AURISTELA.

A BOLA E O GOLEIRO(JORGE AMADO)

                                                  
     Vou contar a quem a queira ouvir a história da bola Fura-Redes e do goleiro Bilô-Bilô, o Cerca-Frango, uma historinha para ninguém botar defeito, breve e louca como a vida.
     O destino das bolas de futebol é fazer gols e a bola Fura-Redes, como o nome indica, era a maior especialista do país na quantidade e na qualidade dos tentos assinalados.  Gols olímpicos, e de efeito, de folha-seca, de letra, de bicicleta, de placa, incomparáveis.
     Por isso mesmo tornou-se conhecida e aclamada como Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e Redonda Infernal, pelos locutores enlouquecidos ao microfone, quando a viam atravessar o campo, de passe em passe, de finta em finta, para marcar mais um tento sensacional.  A bola Fura-Redes era o pavor dos goleiros, a paixão dos pontas-de-lança e dos comandantes de ataque, a bem-amada da torcida.  Nascera para cruzar o arco, bater-se alegre  contra as redes, provocar o grito de guerra e de vitória da galera.
     Lustrosa, leve e atrevida, a mais redonda das pelotas, apesar de muito jovem, logo se tornou popularíssima devido ao número de tentos já marcados, cerca de seiscentos; muitos em cada partida.  Vários para a equipe A e vários para a equipe Z,pois Fura-Redes mantinha-se absolutamente imparcial quando se exibia no gramado.
     Marcava gols para as duas equipes, não protegia qualquer delas, era correta e justa.  Assinalaria maior número de tentos o time que mais procurasse o ataque, buscando encurralar o adversário.  Com ela, os artilheiros não erravam os chutes, não desperdiçavam bolas nas traves.  Mas, sendo igualmente bondosa, dotava de um coração de ouro, Fura-Redes tampouco deixava a outra esquadra em jejum: pelo menos um golzinho de consolação ela lhe concedia antes que o juiz trilasse o apito, dando o desafio por terminado.
     Fura-Redes fora proclamada inimiga número um do zero no placar.  Os resultados das partidas que jogava davam conta da impressionante vocação da Redondinha para o gol.  Redondinha, carinhoso apelido que lhe dera o Rei do Futebol.  Escores sempre altos: cinco a quatro, sete a seis, seis a seis.  Ou bem violentas goleadas: seis a dois, oito a três, cinco a um, quando se fazia evidente a diferença de qualidade entre os dois clubes, o campeão, dono do gramado, e o adversário, um timinho qualquer, de última categoria.
     Atingira Fura-Redes o ponto mais alto de sua brilhantíssima carreira: falava-se nela para ser a bola oficial da próxima Copa do Mundo.  Os principais artilheiros dos grandes clubes, os maiores pontas-de-lança do país morriam de amores por ela, todos queriam ser seus favoritos para alcançar o recorde mundial de gols.  Mas a heroína dos gramados não revelava preferência por nenhum deles.  Partia em direção ao arco tanto do pé do maior dos craques, Rei do Futebol, quanto da chuteira de um perna-de-pau qualquer até então desconhecido.  Para ela todos eram iguais, servia-se deles para buscar o gol e desatar a vibração do povo nos estádios a cada tento que marcava, todos dignos de placa.  Fura-Redes jamais se apaixonara.
     Um dia, porém, como sucede com todas as criaturas, Fura-Redes se apaixonou e logo por quem!  Em lugar de se apaixonar por um artilheiro, por um centro-avante, um ponta-de-lança, entregou seu coração a um goleiro, ao último dos goleiros, a Bilô-Bilô Mão Podre, engolidor de frangos.
     O goleiro Bilô-Bilô iniciara sua carreira de goleiro sendo saudado em campo com diversos apelidos, cada qual – como direi? – mais caloroso: Cerca-Frango, Mão-Furada, Mão-Podre, Rei-do-Galinheiro e outros nomes ainda mais feios que eu não reproduzo aqui por ser  esta historinha dedicada ao público infanto-juvenil.  Pois bem: Bilô-Bilô transformou-se no aplaudido, no popularíssimo Pega-Tudo, o Tranca-Gol, o Aranha, o Maior de Todos.
     Dizem ter sido a camisa de caramelo usada por Cerca-Frango a causa da paixão de Fura-Redes.  Quando o avistou no arco daquele time fuleiro que ainda não ganhara nenhuma partida no campeonato, que recebera goleada sobre goleada, Fura-Redes perdeu a cabeça, não teve olhos para ninguém.  Apenas iniciada a partida, ao ser chutada com violência para o arco, foi aninhar-se nos braços do Rei-do-Galinheiro.  Pela primeira vez na vida, Cerca-Frango viu-se ovacionado num estádio.
     Fura-Redes continuou a fazer gols sensacionais nos demais goleiros, um gol atrás do outro.  Mas quando entrava em campo a esquadra em cujo arco Pega-Tudo se exibia, era aquela glória.  O arqueiro adversário engolindo bola sobre bola, enquanto Pega-Tudo recolhia a pelota de mil maneiras diferentes, em defesas nunca vistas antes.  Outra coisa não desejava Fura-Redes além de aninhar-se nos braços de seu namorado.
     Para não faltar com a verdade, devo dizer que Bilô-Bilô mantinha-se igualzinho, não mudara: continuava sem saber se posicionar entre as traves, não saía do arco no momento certo, faltava-lhe visão do gol, enfim, prosseguia péssimo.  Apenas defendia tudo, absolutamente tudo.
     Cerca-Frango cercava a bola por um lado, ela estava no outro, a galera gritava GO-o-o-ol! E, de repente, na hora agá, o que se via? Via-se a bola encaixada nas mãos de Pega-Tudo, apertada contra o coração do goleiro, nos braços de Bilô-Bilô, sossegadinha, feliz da vida.  Em lugar de um novo gol de Fura-Redes, a torcida saudava mais uma portentosa defesa de Pega-Tudo.
     Durante um tempo mais ou menos longo, Fura-Redes e Tranca-Redes, ex-Cerca-Frango, dominaram os estádios brasileiros, empolgando multidões nas festas de tentos maravilhosos e de defesas deslumbrantes.  Ocupavam as manchetes dos jornais, as telas das televisões e dos cinemas, obrigavam os locutores a criarem expressões novas, ainda mais grandiloqüentes, aumentativos colossais para descrever os feitos da Bola e do Goleiro.
     Depois de varar as redes, aumentando o placar da surra humilhante  aplicada na equipe adversária, a Redondinha vinha redondinha, acolher-se nos braços de Bilô-Bilô, aconchegar-se em seu peito.  Por mais de uma vez aconteceu Tranca-Redes beijar Fura- Redes e então, no estádio, o numeroso público delirava.
     Parecia um milagre e assim era: milagre de amor não tem explicação, não necessita.
     Um dia os jornais, as rádios, as cadeias de televisão anunciaram para o Brasil e para o mundo inteiro que o Rei do Futebol havia faturado o gol novecentos e noventa e  nove e se preparava para varar o gol número mil, notícia empolgante e alvissareira.  Jamais outro artilheiro realizara tal façanha, metera mil gols nas redes adversárias.
     Movimentaram-se os goleiros do Brasil e de todos os países, todos queriam a honra e a glória de engolir o gol número mil do Rei.  Vieram telegramas propondo famosos quípers estrangeiros mas os brasileiros protestaram com razão: tinha de ser um goleiro nacional.
     Caberia a Bilô-Bilô aquele feito supremo: cercar o frango no milésimo gol do craque sem igual, pois cumprindo calendário do campeonato entraram em campo ou melhor adentraram o gramado – em embate tão importante não se entra em campo, adentra-se o gramado – a equipe do Rei e aquela cujo arco era guardado por Bilô-Bilô.
     Evidentemente a bola escolhida para o desafio não podia ser outra senão a famosa Fura-Redes, a quem o rei, como se sabe, galanteava dizendo-lhe “Redondinha, minha querida, minha formosa namorada”.
     Ainda hoje muita gente não acredita no que aconteceu em campo naquela tarde de sol com milhares de bandeiras desfraldadas no estádio onde mais de duzentas mil pessoas se comprimiam, gritando e aplaudindo.  O time do Rei do Futebol, que devia ganhar de goleada, apanhou uma surra de criar bicho.  Fura-Redes pintou e bordou e quando faltavam alguns segundos para a partida terminar, o escore subia a cinco a zero contra a equipe do Rei.
     Nos últimos segundos, porém, quando o público, decepcionado por não ter assistido ao gol número mil, começava a deixar o estádio,o juiz marcou um pênalti contra o time de Bilô-Bilô, pênalti que ninguém tinha cometido.  Roubo claro e evidente, foi no entanto aplaudidíssimo pois ia possibilitar que aquele imenso público visse e comemorasse o milésimo gol do Rei: mais do que ninguém, vibrou o nosso conhecido Cerca-Frango pronto para cercar o frango real e o engolir inteiro.
     Colocou-se a bola Fura-Redes na marca do pênalti, um silêncio enorme cobriu o estádio.  O Rei do Futebol tomou distância para dar ainda mais força ao chute potentíssimo, indefensável e fazer um límpido gol de placa.  Postou-se no arco Bilô-Bilô envergando a vistosa camisa cor de caramelo, nos lábios um riso de contentamento, pronto para não fazer a defesa, para engolir o frango cru, com penas e tudo.  Aliás nem se postou no centro do arco como era sua obrigação, ficou encostado na trave direita, do lado de fora, deixando o espaço livre para que Fura-Redes nele penetrasse.  Ninguém protestou, todos entenderam o gesto do arqueiro: iria se imortalizar ao receber aquele gol.
     Correu o Rei, chutou com a máxima violência a meia altura diante do arco vazio.  Duzentas e quatro mil trezentas e dezoito pessoas, sem contar os jornalistas, os cartolas e os penetras, viram Fura-Redes ser atirada com potente e certeiro chute do Rei do Futebol contra o desguarnecido arco de Bilô-Bilô.
     Puseram-se todos de pé no estádio, preparados para aplaudir, até o fim do dia e pelo resto da semana, o gol número mil do Rei do Futebol.  Viram então Fura-Redes dar meia-volta no ar, desviar-se antes de cruzar o arco, dirigindo-se, dengosa, para onde estava Bilô-Bilô vestido com a camisa cor de caramelo: queria aninhar-se  em seus braços.
     Mudou Cerca-Frango de posição, fugindo rápido para o outro lado, Fura-Redes fez o mesmo, a buscá-lo.  Assim ficaram os dois durante alguns minutos, um tempo enorme, correndo em frente às traves, de uma a outra, até que, desesperado, Bilô-Bilô disparou campo afora deixando o arco à disposição da bola.  Mas Fura-Redes partiu atrás de seu goleiro e o perseguiu até que o alcançou diante do arco adversário e em seu peito se aninhou redondinha e amorosa.
     Assim terminou a carreira futebolística da bola Fura-Redes e a do goleiro Cerca-Frango que foi o pior e o melhor de todos os goleiros.  O que fizeram depois? Ora, o que fizeram! Se casaram e viveram felizes para sempre.
     Bahia,janeiro de 1984.
    

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